Growth and nutritional status of maize plants in response to different doses and application frequencies of biofertilizer

Autores

  • Jailza Siqueira Rodrigues Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado do Curso de Mestrado em Engenharia Agrícola
  • Marlon Silva Garrido Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Agrícola e Ambiental Colegiado do Curso de Mestrado em Engenharia Agrícola
  • José Aliçandro Bezerra da Silva Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Agrícola e Ambiental Colegiado do Curso de Mestrado em Engenharia Agrícola
  • Welson Lima Simões Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA Semi-Árido.
  • Rômulo Alexandrino Silva Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Agrícola e Ambiental
  • Magno Nascimento Amorim Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Agrícola e Ambiental

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2019v47n1p123-131

Resumo

This study analyzed the effect of different doses and application frequencies of a dairy cattle-derived biofertilizer on the growth and nutritional status of maize cv. BRS Caatingueiro in a Yellow Latosol. The experiment was con­ducted in an open-air nursery at the Federal University of Vale do São Francisco, Juazeiro-BA. The experimental design was a randomized complete block design in a 6 x 2 factorial scheme, with six biofertilizer doses (0, 120, 240, 360, 480, and 600 mL per plant) and two fertigation frequencies (7 and 14 days), with five replicates. The seeds of maize cv. BRS Caatingueiro were planted in pots filled with Yellow Latosol. During the crop cycle (90 days), the following variables were evaluated: height, diameter, and number of leaves. During harvest, the varia­bles evaluated were: root and shoot fresh and dry weight, root volume, chlorophyll index, and macro- and micro­nutrient contents of leaf and root tissue. Biofertilizer applications at14-day frequencies promoted better plant growth compared to 7-day frequencies. However, despite the lower accumulation of some nutrients in relation to the application of larger doses, the dose of 360 mL biofertilizer promoted better root and leaf growth. Considering the uniformity and economy of the application of the product, it is recommended to apply the dose of 360 mL per plant every 14 days.

Biografia do Autor

Jailza Siqueira Rodrigues, Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado do Curso de Mestrado em Engenharia Agrícola

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal da Paraíba (1998) e mestrado em Engenharia Agrícola de Biossistema pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (2014). Tem experiência na área de pesquisa e extensão rural com ênfase no manejo de solo e água, em sistema agroecológico.

Marlon Silva Garrido, Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Agrícola e Ambiental Colegiado do Curso de Mestrado em Engenharia Agrícola

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal da Bahia (2003), especialista em gestão e manejo ambiental em sistemas agrícolas pela Universidade Federal de Lavras (2006), mestrado em Ciências Agrárias pela Universidade Federal da Bahia (2005), Doutor em Aplicação de isótopos na agricultura e meio ambiente - Fertilidade do solo, pela Universidade Federal de Pernambuco (2009) e Pós doutorado em Agroecologia com ênfase em sistemas de cultivo de baixo impacto ambiental, pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. É professor Adjunto IV da Universidade Federal do Vale do São Francisco. Atua na área de Experimentação Agrícola, Bioestatística e Estatística Básica em nível de graduação, e faz parte do quadro permanente de professores das Pós- graduações: Mestrado em Engenharia Agrícola da UNIVASF, desenvolvendo atividades nas áreas de Estatística Aplicada a Engenharia Agrícola, Manejo e Conservação de Solos e Água, sistemas de cultivo de baixo impactos ambientais, dinâmica de nutrientes, automação agrícola e inovação tecnológica no meio agrícola. Também desenvolve trabalhos com enriquecimento de matérias orgânicos com isótopos estáveis e inovações tecnológicas voltadas para agricultura familiar.

José Aliçandro Bezerra da Silva, Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Agrícola e Ambiental Colegiado do Curso de Mestrado em Engenharia Agrícola

Professor da Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco. Vinculado ao Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Agrícola e Ambiental e ao Colegiado do Curso de Mestrado em Engenharia Agrícola. Com atuação nas áreas: Biologia Celular, Fisiologia do Crescimento e Desenvolvimento de Plantas e Fisiologia da Produção.

Welson Lima Simões, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA Semi-Árido.

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal da Bahia (2002), mestrado em Engenharia Agrícola (Irrigação e Drenagem) pela Universidade Federal de Lavras (2004) e doutorado em Engenharia Agrícola (Irrigação e Drenagem) pela Universidade Federal de Viçosa (2007). Atualmente é pesquisador da Embrapa Semi-Árido na área de Irrigação e Drenagem. Tem experiência em irrigação e fertirrigação de fruteiras tropicais, salinidade, bioenergia e variabilidade espacial.

Rômulo Alexandrino Silva, Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Agrícola e Ambiental

Possui graduação em Engenharia Agrícola e Ambiental pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (2017). Tem experiência na área de Diagnósticos e Estudos Geoambientais, Cartografia e Geoprocessamento, com ênfase em Estudos e Licenciamento Ambiental; Cadastro Ambiental Rural (CAR); Levantamentos Planialtimétrico e Georreferenciamento de Propriedades. Atua auxiliando produtores e empresários a exercerem suas atividades de forma menos impactante ao meio ambiente sem haja a necessidade de gastos extensivos. 

Magno Nascimento Amorim, Fundação Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Agrícola e Ambiental

Tem graduação em andamento pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF) no curso de Engenharia Agrícola e Ambiental. Faz parte do grupo de pesquisa Núcleos de Estudos em Engenharia de Biossistemas na Produção Agrícola, da Universidade Federal do Vale do São Francisco.

Publicado

20/03/2019

Edição

Seção

Solos e Nutrição de Plantas - Soils and Plant Nutrition