Poliaminas e atividade da peroxidase em colocasia esculentamicropropagadas tratadas com NaCl

Autores

  • Giuseppina Pace Pereira Lima Faculdade
  • Chrystiane Borges Fráguas Faculdade
  • Juan Jose González Plaza Faculdade
  • Paulo Roberto Rodrigues Ramos Faculdade

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2007v35n1p22%20-%2030

Resumo

O efeito da salinidade em plantas de Colocasia esculenta (taro) foi estudado pela análise do teor de poliaminas e atividade da peroxidase. Plantas micropropagadas, cultivadas in vitro, foram submetidas a tratamentos com 0; 50 e 00 mmol L- de NaCl, por 30 dias, e em intervalos de 0 dias foram analisados os teores de putrescina, espermidina e espermina, além da atividade da peroxidase e o teor de sódio. Putrescina foi mais abundante na testemunha, tanto na parte aérea como em raízes, enquanto espermidina e espermina apresentaram as maiores variações em plantas tratadas com NaCl. A atividade da peroxidase foi maior aos 30 dias, tanto em folhas como em raízes, sendo que a encontrada nas raízes foi maior se comparada com a parte aérea. Os maiores níveis de sódio ocorreram em plantas cultivadas em meio contendo 50 e 00 mmol L- de NaCl. O aumento das concentrações de sódio ocorreu, paralelamente, ao aumento da atividade da peroxidase, sugerindo uma capacidade de sobrevivência devido a uma possível reação de detoxificação promovida por enzimas, entre as quais a peroxidase. Todas as poliaminas estudadas tendem a variar diretamente de acordo com a concentração salina, e a espermina na parte aérea e raízes mostrou a maior correlação com o aumento da salinidade no meio de cultivo. Palavras-chave adicionais: taro; peroxidase; salinidade; putrescina; espermidina; espermina.

Edição

Seção

Melhoramento Genético Animal - Animal Breeding