Caracterização de frutos e seleção de progênies de cagaiteiras (Eugenia dysenterica DC.)

Autores

  • Yanuzi Mara Vargas Camilo Universidade Federal de Goiás
  • Eli Regina Barboza de Souza Universidade Federal de Goiás
  • Rosângela Vera Universidade Federal de Goiás
  • Ronaldo Veloso Naves Universidade Federal de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2014v42n1p1-10

Resumo

O trabalho teve como objetivo avaliar características físicas e químicas dos frutos e selecionar progênies de cagaiteiras cultivadas em Goiânia, no Estado de Goiás, na safra de 2011. O estudo foi desenvolvido em uma área da Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos, da Universidade Federal de Goiás (EA/UFG), em Goiânia-GO, onde, em 1998, foram implantadas 440 plantas de cagaitas oriundas de diferentes municípios do Estado de Goiás. Destas, foram selecionadas 40 plantas que se destacaram quanto à produtividade e precocidade, sendo realizadas as seguintes análises físicas e químicas: massa dos frutos e sementes, altura do fruto, diâmetro do fruto, número e massa de sementes/fruto, massa de polpa + casca e cor da casca, e rendimento de polpa, sólidos solúveis, pH, acidez titulável, umidade, cinzas, proteínas, lipídeos e carboidratos. Os frutos da cagaiteira apresentam características físicas e químicas com potencial para industrialização e contribuem com os estudos de valorização dos alimentos regionais na alimentação humana. Progênies da região de Catalão, Três Ranchos, Luziânia e Goiânia apresentam o maior número de características físicas e químicas favoráveis à industrialização dos frutos.

Biografia do Autor

Yanuzi Mara Vargas Camilo, Universidade Federal de Goiás

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Goiás (2010) e mestrado em Agronomia (Produção Vegetal) pela Universidade Federal de Goiás (2012). Atualmente é bolsista de doutorado do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Agronomia, atuando principalmente nos seguintes temas: cerrado, qualidade, frutos do cerrado, germinação, frutífera nativa, substrato e crescimento.

Eli Regina Barboza de Souza, Universidade Federal de Goiás

possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Goiás (1994), mestrado em Agronomia pela Universidade Federal de Goiás (1999) e doutorado em Agronomia pela Universidade Federal de Goiás (2006). Atualmente é professora adjunta da Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos da Universidade Federal de Goiás. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Fitotecnia, atuando principalmente nos seguintes temas: cerrado, frutíferas nativas, frutíferas e adubação.

Rosângela Vera, Universidade Federal de Goiás

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Goiás (1989), mestrado em Agronomia pela Universidade Federal de Goiás (2003) e doutorado em Agronomia pela Universidade Federal de Goiás (2007). Atualmente é professora adjunto da Universidade Federal de Goiás, lotada na Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos. Tem experiência na área de Ciência e Tecnologia de Alimentos, com ênfase em Frutíferas Nativas do Cerrado, Tecnologia de Produtos de Origem Vegetal, atuando principalmente nos seguintes temas:frutíferas do cerrado, cultivares, processamento de ervas e condimentos, processamento de cereais e amiláceos, soja, tecnologia de alimentos e qualidade.

Ronaldo Veloso Naves, Universidade Federal de Goiás

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Goiás (1976), mestrado em Fitotecnia pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Universidade de São Paulo (1982) e doutorado em Produção Vegetal pela Universidade Federal de Goiás (1999). Atualmente é professor associado II da Universidade Federal de Goiás. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Produção de Mudas, atuando principalmente nos seguintes temas: Cerrado, frutíferas nativas do Cerrado, frutíferas nativas, banana e propagação.

Publicado

10/04/2014

Edição

Seção

Ciência e Tecnologia de Alimentos - Food Science and Tecnology