Produção de mudas de taioba em função do tipo e seccionamento de rizomas.

Autores

  • Welton Monteiro dos SANTOS Universidade Estadual de Mato Grosso
  • Santino SEABRA JUNIOR Universidade do Estado de Mato Grosso
  • Fabio NOLASCO Universidade Federal de Mato Grosso
  • Renê Arnoux da Silva CAMPOS Universidade do Estado de Mato Grosso
  • Mônica Bartira da SILVA Universidade Estadual do Oeste do Paraná
  • Luan Fernando Ormond Sobreira RODRIGUES Universidade Estadual do Oeste do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2014v42n1p74-79

Resumo

Objetivou-se avaliar o tipo de rizoma e o seccionamento do rizoma principal de taioba na produção de mudas. O experimento foi conduzido em Cáceres – MT, no período de outubro de 2006 a março de 2007. Foi utilizado o delineamento em blocos casualizados, com sete tratamentos (tipo de rizoma-semente) e quatro repetições: brotação secundária pequena (BSP), brotação secundária média (BSM), rizoma principal seccionado em duas partes (RPA1/2), rizoma principal apical seccionado em quatro partes (RPA1/4) e oito partes (RPA1/8); e rizoma principal basal seccionado em quatro partes (RPB1/4) e oito partes (RPB1/8). Os propágulos foram plantados em leitos com areia sob telado com sombreamento de 50%, sendo as mudas posteriormente transplantadas a campo para mensurar o desenvolvimento vegetativo. Os melhores resultados, quanto à emissão de brotações, massas fresca e seca das folhas e raízes, e o comprimento do pecíolo, foram observados nos propágulos RPA1/2, RPA1/4 e RPA1/8. Os tecidos da porção apical favoreceram o desenvolvimento de estruturas adventícias nos propágulos, promovendo o incremento em área foliar e comprimento de pecíolo no desenvolvimento posterior da muda. Observou-se viabilidade da utilização do método de seccionamento de rizomas principais para a produção de taioba. A produção de mudas de taioba pode ser feita pelo método de seccionamento de rizoma principal, em duas, quatro, ou em até oito partes, com a utilização da porção apical do rizoma.

Biografia do Autor

Welton Monteiro dos SANTOS, Universidade Estadual de Mato Grosso

Engenheiro Agronomo, formado pela Universidade do Estado de Mato Grosso.

Santino SEABRA JUNIOR, Universidade do Estado de Mato Grosso

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade de Marília (1999), mestrado (2002) e doutorado (2005) em Agronomia (Horticultura) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Atualmente é professor em regime de dedicação exclusiva da Universidade do Estado de Mato Grosso, do curso de Agronomia/Cáceres. Ministra as disciplinas de Horticultura, Olericultura e Trabalho de Conclusão de Curso. Além de atuar no mestrado em Biodiversidade e Agroecossistemas Amazônicos. Membro da Associação Brasileira de Horticultura, desde 2000, em 2010 atua como representante do Mato Grosso (delegado). Atua na Comitê Assessor de Popularização da Ciência na FAPEMAT. Vem atuando em projetos de pesquisas, extensão e interface ensino, pesquisa e extensão. Desenvolve trabalhos relacionados as linhas de pesquisa: Horticultura e sociedade; Manejo e produção de espécies hortícolas (plantio direto de hortaliças; cultivo protegido; hortaliças não convencionais).

Fabio NOLASCO, Universidade Federal de Mato Grosso

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal de Viçosa (1974), mestrado em Fitotecnia (Produção Vegetal) pela Universidade Federal de Viçosa (1984) e doutorado em Fitotecnia (Produção Vegetal) pela Universidade Federal de Viçosa (1999). Foi professor efetivo no curso de Agronomia do Programa de Ciências Agroambientais da Universidade do Estado de Mato Grosso, em Cáceres-MT. Atualmente é professor adjunto na FAMEV (Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária) da Universidade Federal de Mato Grosso em Cuiabá-MT. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Fitotecnia, atuando principalmente nos seguintes temas: agroecologia, sustentabilidade de agroecossistemas, extensão rural, agrobiodiversidade, agricultura familiar camponesa, sistemas agrícolas tropicais, educação do campo, raízes e tubérculos tropicais, homeopatia agropecuária.

Renê Arnoux da Silva CAMPOS, Universidade do Estado de Mato Grosso

Possui graduação em Ciências Biológicas pela UFMT (2003) e mestrado em Agricultura Tropical pela UFMT (2006). Atualmente, é doutorando em Agronomia (Horticultura) pela UNESP/Botucatu-SP. Tem experiência na área de Fitotecnia, com ênfase em cultura de tecidos e cultivo de espécies não-convencionais, aromáticas e medicinais.

Mônica Bartira da SILVA, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Possui graduação em agronomia pela Universidade do Estado de Mato Grosso (2010). Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Olericultura, atuando principalmente nos seguintes temas: ambiente protegido, hortaliça e manejo orgânico. Atualmente é aluna do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Agronomia, área: Produção Vegetal atuando na linha de manejo de culturas

Luan Fernando Ormond Sobreira RODRIGUES, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Engenheiro Agrônomo formado pela Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT entre os anos de 2006 a 2010, atualmente Mestrando do programa de Pós-graduação stricto sensu em Agronomia pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná - UNIOESTE, com área de concentração em Produção Vegetal.

Publicado

11/04/2014

Edição

Seção

Horticultura - Horticulture