Métodos de controle químicos e físicos de Marchantia polymorpha

Autores

  • Rafael Navas Engenheiro agrônomo MSc Ecologia Aplicada – ESALQ/USP, Professor Faculdade de Tecnologia de Capão Bonito, FATEC.
  • Maria Renata Rocha Pereira Engenharia Florestal, Professora Faculdade de Tecnologia de Capão Bonito, FATEC
  • Guilherme Sasso F. Souza
  • Dagoberto Martins Professor Livre Docente FCA/UNESP

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2014v42n2p198-202

Resumo

Marchantia polymorpha desenvolve-se em condições ambientais de alta umidade relativa do ar e sombreamento. Como esse habitat também é típico de viveiros para formação de mudas de espécies florestais nativas, a espécie desenvolve-se muito rapidamente entre as mudas em formação e causa prejuízos. A dificuldade de seu manejo motivou o desenvolvimento da pesquisa que objetivou estudar métodos químicos e físicos de controle. Foram realizados dois experimentos, ambos em viveiro de produção de mudas florestais nativas e em delineamento inteiramente casualizado, com quatro repe­tições. No primeiro, aplicaram-se sobre as plantas da espécie ácido acético (10, 20 e 40%), água oxi­genada (50 e 100%) e os herbicidas glyphosate (1.680 g e. a. ha-1) e fomesafen (375 g i. a. ha-1). No segundo, os tratamentos foram constituídos por solo previamente submetido a 105ºC, por 48 horas, solo submetido à solarização por plástico preto e transparente em pleno sol, por 30 dias, aplicação em pré-emergência de diuron (1.750 g i. a. ha-1) e trifluralina (1.575 g i. a. ha-1). As avaliações visuais de controle foram realizadas aos 7, 14, 21 e 28 dias após a aplicação (DAA) e aos 60 e 120 DAA, respectivamente, para o primeiro e segundo experimentos. Apenas os tratamentos com herbicidas diuron e trifluralina em aplicação de pré-emergência proporcionaram 100% de controle aos 120 DAA.

Biografia do Autor

Rafael Navas, Engenheiro agrônomo MSc Ecologia Aplicada – ESALQ/USP, Professor Faculdade de Tecnologia de Capão Bonito, FATEC.

Graduado em Engenharia agronômica pela FCAV/UNESP com Mestrado em Ecologia Aplicada pela ESALQ/USP, cursando Doutorado pela mesma Instituição e curso.

Maria Renata Rocha Pereira, Engenharia Florestal, Professora Faculdade de Tecnologia de Capão Bonito, FATEC

Graduação em Engenharia Florestal, com Mestrado e Doutorado pela FCA/UNESP em Irrigação. ogia

Dagoberto Martins, Professor Livre Docente FCA/UNESP

Eng. agronomo, Doutor pela UNESP Jaboticabal

Publicado

02/06/2014

Edição

Seção

Silvicultura/Engenharia Florestal - Forestry