Características produtivas de capim-elefante sob doses de fósforo e nitrogênio para fins energéticos

Autores

  • Marcia Maria Paes Santos Professora do IFES Campus de Alegre (ES).
  • Rogério Figueiredo Daher Professor Associado LEAG/CCTA/UENF. Setor de Estatística e Experimentação Agropecuária.
  • Niraldo José Ponciano Professor Associado LEAG/CCTA/UENF. Setor de Economia Rural.
  • Geraldo de Amaral Gravina Professor Associado LEAG/CCTA/UENF. Setor de Estatística e Experimentação Agropecuária.
  • Antônio Vander Pereira Pesquisador da Embrapa Gado de Leite. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa. Juiz de Fora – MG).
  • José Augusto de Almeida Sant'Ana Professor do IFES-Campus de Alegre - ES
  • Carlos Lacy Santos Professor do IFES Campus de Alegre (ES).

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2014v42n4p354-365

Resumo

Em busca de fontes de energia mais eficientes, a biomassa do capim-elefante é uma alternativa. Objetivou-se avaliar efeitos de doses de fósforo e de nitrogênio em cultivares de capim-elefante, em delineamento de blocos casualizados, com esquema de parcelas subsubdivididas, com três repetições. As cultivares constituíram as parcelas, o fósforo as subparcelas e o nitrogênio as subsubparcelas. Observou-se ausência de significância para fósforo e suas interações, e significância para outros fatores. Pelo teste de Tukey a 5%, ‘Cameroon-Piracicaba’ diferiu das demais no diâmetro do colmo e no número de plantas, e na largura de lâmina diferiu nas doses de 500 e 1.500 kg ha-1 de N. Na dose de 500 kg ha-1 de N, diferiu de ‘Cana-D’África’ na largura de lâmina, e esta diferiu de ‘Guaçu/IZ.2’ sem adubação nitrogenada. Na produção de matéria seca, o modelo ajustado para todas as cultivares foi o de segundo grau. As produtividades máximas de 15,62; 15,59 e 16,29 t ha-1 foram obtidas com adubação de 817,13; 1.039,47 e 1.004,43 kg ha-1 de N, respectivamente. A cv. Cana-D’África apresentou ajuste significativo (segundo grau) para número de plantas, com perfilhamento máximo de 33 plantas m-1, na dose de 1.146,13 kg ha-1 de N, e linear para largura de lâmina. Entretanto, ‘Cameroon-Piracicaba’ teve largura máxima da lâmina foliar de 6,52 cm com 1.238,62 kg ha-1 de N.

Biografia do Autor

Marcia Maria Paes Santos, Professora do IFES Campus de Alegre (ES).

Doutora em Produção Vegetal pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro – UENF (RJ).

Rogério Figueiredo Daher, Professor Associado LEAG/CCTA/UENF. Setor de Estatística e Experimentação Agropecuária.

Doutor em Produção Vegetal pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro – UENF (RJ).

Niraldo José Ponciano, Professor Associado LEAG/CCTA/UENF. Setor de Economia Rural.

Doutor em Economia Rural pela Universidade Federal de Viçosa - UFV (MG).

Geraldo de Amaral Gravina, Professor Associado LEAG/CCTA/UENF. Setor de Estatística e Experimentação Agropecuária.

Doutor em Fitotecnia pela Universidade Federal de Viçosa - UFV (MG).

Antônio Vander Pereira, Pesquisador da Embrapa Gado de Leite. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa. Juiz de Fora – MG).

Doutor em Genética e Melhoramento de Plantas pela Escola Superior de Agricultura Luís de Queiroz – ESALQ (SP).

José Augusto de Almeida Sant'Ana, Professor do IFES-Campus de Alegre - ES

Doutor em Produção Vegetal pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro – UENF (RJ).

Carlos Lacy Santos, Professor do IFES Campus de Alegre (ES).

Mestre em Produção Vegetal pela Universidade Federal do Espírito Santo – UFES.

Publicado

21/11/2014

Edição

Seção

Fitotecnia - Crop Production