Reação de clones de batata a Alternaria solani em condições de campo

Autores

  • Patrícia Mayumi Okita Universidade Estadual de Goiás - Unidade Ipameri
  • Camila Vilela Vasconcelos Universidade Estadual de Goiás - Unidade Ipameri.
  • Igor Pereira da Costa Universidade Estadual de Goiás - Unidade Ipameri
  • Nei Peixoto Universidade Estadual de Goiás - Unidade Ipameri
  • Daniel Diego Costa Carvalho Universidade Estadual de Goiás - Unidade Ipameri

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2014v42n2p147-152

Resumo

A batata é o terceiro alimento mais importante para a humanidade, possuindo elevado potencial produtivo. No entanto, a doença conhecida como pinta-preta é um dos principais fatores limitantes, podendo causar perdas de 6 a 100% na produção. O objetivo deste trabalho foi selecionar clones de batata com resistência à pinta-preta. O experimento de campo foi conduzido no ano de 2010, em delineamento em blocos casualizados (DBC), com 10 tratamentos e quatro repetições (parcelas de 32 x 14 m). Foram utilizados nove clones e a cultivar ‘Asterix’ como padrão de resistência. As avaliações de severidade da doença foram realizadas aos 70; 85; 95 e 105 dias após a emergência (DAE), e a colheita, aos 120 DAE. Os dados referentes à severidade e à produtividade média de tubérculos por hectare foram submetidos à análise de variância e ao teste de Scott-Knott (P≤0,05); além disso, modelos de regressão linear foram obtidos para estimar a taxa de progresso da pinta-preta da batata, dos 70 aos 105 DAE. Os clones CNPH CIP 53 e CNPH CIP 44 apresentaram valores de severidade aos 105 DAE, de 18,5% e 34,25%, respectivamente, sendo estatisticamente inferiores aos demais tratamentos, os quais variaram entre 42 e 70% de área da parcela coberta com os sintomas de pinta-preta. Com base nos resultados obtidos, conclui-se que os clones CNPH CIP 53 e CNPH CIP 44 são os dois melhores clones quanto à resistência à pinta-preta, e os modelos de regressão linear são bem ajustados para estimar a taxa de progresso da pinta-preta da batata a partir dos 70 DAE. 

 

Biografia do Autor

Patrícia Mayumi Okita, Universidade Estadual de Goiás - Unidade Ipameri

Graduação em Agronomia. Laboratório de Sementes.

Camila Vilela Vasconcelos, Universidade Estadual de Goiás - Unidade Ipameri.

Mestranda em Produção Vegetal. Laboratório de Fitopatologia.

Igor Pereira da Costa, Universidade Estadual de Goiás - Unidade Ipameri

Graduação em Agronomia. Laboratório de Sementes.

Nei Peixoto, Universidade Estadual de Goiás - Unidade Ipameri

Professor Doutor. Laboratório de Sementes.

Daniel Diego Costa Carvalho, Universidade Estadual de Goiás - Unidade Ipameri

Professor Doutor. Laboratório de Fitopatologia.

Publicado

02/06/2014

Edição

Seção

Fitossanidade - Crop Protection