Desempenho de híbridos de milho para consumo in natura em diferentes doses de nitrogênio

Autores

  • Felipe Rodrigues Costa UEG/Engenheiro Agrônomo
  • Leandro Ferreira Damaso UEG/Engenheiro Agrônomo
  • Rafael Correia Mendes UEG/Estudante de Agronomia
  • Daiane Duarte Marques Universidade Estadual de Goiás (UEG) Mestranda em Produção Vegetal
  • Fabrício Rodrigues UEG/Docente

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2015v43n2p109-116

Resumo

O Brasil é um grande produtor de milho, entretanto, com relação ao milho-verde, o volume de sementes comercializadas para esta finalidade é baixo, e, em alguns casos, o produtor utiliza sementes destinadas a grão e com doses inferiores de nitrogênio, por apresentar um período mais curto até à colheita. Dessa forma, o objetivo do trabalho foi avaliar o desempenho de dois híbridos de milho, destinados a grão, colhidos verdes e comparados a um híbrido destinado a este mercado, em diferentes doses de nitrogênio. O experimento foi realizado durante a safra de 2011/2012, utilizando delineamento experimental de blocos casualizados, em esquema fatorial 3 x 5 (três híbridos de milho em cinco doses de nitrogênio), com três repetições. Foram utilizados os híbridos DKB175, P30F53Y e o AG1051 (controle), sob as doses de 0; 40; 80; 120 e 160 kg ha-1 de N, sendo analisadas as caracte­rísticas agronômicas de altura da planta, produtividade de espigas empalhadas, despalhadas e comerciais, comprimento e diâmetro de espigas comerciais, no estádio de R3 (grão leitoso). Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e regressão, e os resultados mostram que o híbrido P30F53Y apresenta melhor desempenho, quando comparado ao DKB175, e semelhante ao controle. A dose a ser utilizada pelo produtor está relacionada com a forma de comercialização das espigas, visando ao consumo in natura. A produtividade máxima de espigas empalhadas e comerciais é obtida nas doses de 143 e 160 kg ha-1 de N para o híbrido P30F53Y, e 93 e 99 kg ha-1 para o híbrido DKB175.

Biografia do Autor

Felipe Rodrigues Costa, UEG/Engenheiro Agrônomo

Melhoramento vegetal/Eficiência nutricional em milho verde

Leandro Ferreira Damaso, UEG/Engenheiro Agrônomo

Melhoramento vegetal/Eficiência nutricional em milho verde

Rafael Correia Mendes, UEG/Estudante de Agronomia

Melhoramento vegetal/Eficiência nutricional em milho verde

Daiane Duarte Marques, Universidade Estadual de Goiás (UEG) Mestranda em Produção Vegetal

Melhoramento vegetal/Eficiência nutricional em milho verde e Paricá

Fabrício Rodrigues, UEG/Docente

Melhoramento Vegetal em milho, soja, feijão, sorgo e batata/Eficiência Nutricional e Hídrica

Arquivos adicionais

Publicado

15/04/2015

Edição

Seção

Fitotecnia - Crop Production