Características biológicas de Digitaria insularis que conferem sua resistência à herbicidas e opções de manejo

Autores

  • Tiago Gazola Mestrando em Agronomia, Dep. de Proteção Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas - FCA/UNESP - Campus de Botucatu http://orcid.org/0000-0001-9664-3892
  • Diego Belapart Mestrando em Agronomia, Dep. de Produção e Melhoramento Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas - FCA/UNESP - Campus de Botucatu
  • Edicarlos Batista de Castro Doutorando em Agronomia, Dep. de Proteção Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas FCA/UNESP- Campus de Botucatu
  • Mário Luiz Cipola Filho Engenheiro Agrônomo - Universidade de Marília.
  • Márcio Furriela Dias Engenheiro Agrônomo, Universidade de Marília.

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2016v44n4p557-567

Resumo

Digitaria insularis é uma planta daninha altamente disseminada no Brasil. Trata-se de uma gramínea perene que possui alta capacidade de infestação por possuir pequenas sementes com grande poder germinativo e de dispersão. Além disso, essa planta daninha, uma vez perenizada, forma touceiras e pode reproduzir-se atra­vés de seus rizomas, caracterizando este estádio fenológico como de difícil controle. Com a confirmação de biótipos resistentes ao herbicida glyphosate, essa espécie tem-se tornado um grande problema para a agri­cultura, uma vez que inibidores da EPSPS são os únicos herbicidas capazes de controlar essas espécies sem restrições quanto ao estádio fenológico. Fica evidente que o controle eficaz do capim-amargoso não se res­tringe a um único herbicida, bem como a uma única aplicação. Seu monitoramento deve ser constante, haja vista que se trata de uma planta daninha perene, altamente adaptada às condições brasileiras, com alto poder de infestação e que gera grandes prejuízos para a agricultura, reduzindo a produção e aumentando os custos com insumos. Esta revisão bibliográfica teve por objetivo compilar informações disponíveis na literatura, de modo que auxilie pesquisadores e profissionais das ciências agrárias nas tomadas de decisões e no manejo racional desta planta daninha.

Biografia do Autor

Tiago Gazola, Mestrando em Agronomia, Dep. de Proteção Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas - FCA/UNESP - Campus de Botucatu

Engenheiro Agrônomo, mestrando em agronomia (Proteção de plantas) pela UNESP-FCA, campus Botucatu/SP, Dep. de Proteção Vegetal.

Diego Belapart, Mestrando em Agronomia, Dep. de Produção e Melhoramento Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas - FCA/UNESP - Campus de Botucatu

Engenheiro Agrônomo, Mestrando em Agronomia, Dep. de Produção e Melhoramento Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas -  FCA/UNESP - Campus de Botucatu

Edicarlos Batista de Castro, Doutorando em Agronomia, Dep. de Proteção Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas FCA/UNESP- Campus de Botucatu

Engenheiro Agrônomo, Doutorando em Agronomia, Dep. de Proteção Vegetal da Faculdade de Ciências Agronômicas FCA/UNESP- Campus de Botucatu.

Mário Luiz Cipola Filho, Engenheiro Agrônomo - Universidade de Marília.

Engenheiro Agrônomo - Universidade de Marília, Marília/SP.

Márcio Furriela Dias, Engenheiro Agrônomo, Universidade de Marília.

Engenheiro Agrônomo, Universidade de Marília, Marília/SP.

Publicado

11/11/2016

Edição

Seção

Fitotecnia - Crop Production