Teores de nutrientes de plântulas de guandu oriundas de sementes embebidas com solução de alumínio

Autores

  • Nilce Naomi Kobori FCAV/UNESP
  • Durvalina Maria Mathias dos Santos FCAV/UNESP
  • Adão Marin FCAV/UNESP
  • Leonardo Lucas Madaleno FCAV/UNESP
  • Lucas Mateus Codognotto FCAV/UNESP
  • David Ariovaldo Banzatto FCAV/UNESP

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2006v34n2p136%20-%20143

Resumo

Os teores de nutrientes de plântulas de guandu, Cajanus cajan (L.) Millsp. foram avaliados para verificar a capacidade das cultivares (IAC Fava larga e IAPAR 43-Aratã) em acumular nutrientes, após a embebição das sementes com solução de alumínio. As sementes germinaram em caixas gerbox, com papel germitest umedecidos com solução de sulfato de alumínio (0,0; 0,5; 5,0 e 0,0 mmol L- de Al) em 25 ºC ±ºC e plena luminosidade. Após quatro dias, cinco sementes foram selecionadas e transplantadas para vasos com volume de 2.000 cm3 de solo, sendo cada vaso considerado uma parcela experimental. Para indisponibilizar o alumínio, o solo foi tratado com carbonato de cálcio. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, em arranjo fatorial 2x4, com três repetições. Após 20 dias de crescimento em temperatura ambiente e fotoperíodo de 2 horas, as folhas e os caules foram secos e moídos, procedendo-se a análise de N, P, K, Ca, Mg, S, Fe, Mn, Cu e Zn. O alumínio reduziu os teores de cálcio de ambas as cultivares, e diminuiu os teores de magnésio e de enxofre da cultivar IAC Fava Larga. A redução destes nutrientes indicou que IAC Fava Larga e IAPAR 43-Aratã não são tolerantes ao alumínio, embora IAC Fava Larga tenha apresentado maiores teores de nutrientes.Palavras-chave adicionais: Cajanus cajan; nutrição mineral; toxicidade; sulfato de alumínio.

Edição

Seção

Zootecnia - Animal Production