<span style="font-size: x-small;">Osmoprotetores em cana-de-açúcar sob efeito da disponibilidade hídrica no solo</span>

Autores

  • Rafaela Josemara Barbosa Queiroz Unesp/FCAV
  • Durvalina Maria Mathias dos Santos
  • Samira Domingues Carlin
  • Adão Marim
  • David Ariovaldo Banzatto
  • Jairo Osvaldo Cazetta

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2008v36n2p107%20-%20115

Resumo

Este trabalho teve como objetivos quantificar os teores dos osmoprotetores, trealose e prolina livre, em cultivares de cana-de-açúcar (cv. IAC91-2195 e cv. IAC91-5155) submetidas a diferentes níveis de disponibilidade hídrica no solo e verificar se podem ser usados como marcadores bioquímicofisiológicos para diferenciar estas cultivares quanto à tolerância à deficiência hídrica. O experimento foi conduzido em casa de vegetação climatizada (29,7 ± 43 oC e 75,0 ± 10,1% UR) durante 60 dias, no delineamento experimental em blocos ao acaso, com quatro repetições, em esquema fatorial 2x3x2 (cultivares x disponibilidade hídrica x períodos de crescimento). As gemas foram cultivadas sem qualquer restrição hídrica em um Latossolo Vermelho, textura média, até 40 dias após o plantio, quando foram transplantadas para vasos (12 dm3) contendo o mesmo solo e submetidas a três níveis de disponibilidade hídrica do solo: 55% (sem estresse), 40% (estresse moderado) e 25% (estresse severo), mantidos pelo método das pesagens, durante 60 dias. A diminuição da DHS resultou em um incremento do teor da prolina livre e da trealose nas folhas da cv. IAC91-5155. Estes resultados confirmam a tolerância relativa à seca da cv. IAC91-5155. A trealose e a prolina livre podem ser usadas como marcadores bioquímico-fisiológicos de tolerância ao estresse hídrico para a cv. IAC91- 2195 e a cv. IAC91-5155.

Palavras-chave adicionais: ajustamento osmótico; trealose; prolina; seca; Saccharum spp.

Edição

Seção

Melhoramento Genético Animal - Animal Breeding