Uso de subdoses de glyphosate na supressão de espécies forrageiras consorciadas com milho

Autores

  • Matheus Lemos Matias Universidade de Rio Verde.
  • Vinicius Oliveira Gonçalves Universidade de Rio Verde.
  • Guilherme Braga Pereira Braz Universidade de Rio Verde.
  • Christiano Lima Lobo Andrade Instituto Federal Goiano, IF Goiano Campus Rio Verde.
  • Alessandro Guerra da Silva Universidade de Rio Verde.
  • Alberto Leão de Lemos Barroso Universidade de Rio Verde.

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2019v47n4p380-387

Resumo

A principal estratégia para assegurar o desenvolvimento do milho livre da interferência da forrageira, quando este é cultivado em consórcio, consiste no uso de herbicidas para a supressão temporária da espécie consorciada. Apesar disto, ainda há limitações de informações para uso adequado desta prática de forma seletiva para a for­rageira cultivada em consórcio. Mediante o exposto, objetivou-se avaliar a supressão de crescimento de capim-ruziziensis e BRS Tamani imposta por doses de glyphosate associadas ao estádio da forrageira no momento da aplicação, quando cultivadas em consórcio com milho tolerante ao herbicida. Um experimento foi realizado com capim-ruziziensis e outro com BRS Tamani. Os experimentos foram conduzidos em delineamento de blocos ao acaso, no arranjo fatorial 5x2, com quatro repetições, sendo adotadas cinco doses do glyphosate (0; 58; 116; 174 e 232 g ha-1) associadas a dois estádios da espécie forrageira no momento da aplicação (2 a 4 perfilhos e 5 a 7 perfilhos). O capim-ruziziensis apresenta alta sensibilidade ao glyphosate em função do estádio de aplicação, enquanto para BRS Tamani este comportamento não foi visualizado. O glyphosate (58 g ha-1) apresenta poten­cial para utilização na supressão de capim-ruziziensis quando aplicado em plantas com 5 a 7 perfilhos. Doses de glyphosate variando entre 58 e 116 g ha-1, independentemente do estádio de aplicação, apresentam potencial para serem utilizadas na supressão de BRS Tamani.

Biografia do Autor

Matheus Lemos Matias, Universidade de Rio Verde.

Discente da Faculdade de Agronomia da Universidade de Rio Verde.

Vinicius Oliveira Gonçalves, Universidade de Rio Verde.

Discente da Faculdade de Agronomia da Universidade de Rio Verde.

Guilherme Braga Pereira Braz, Universidade de Rio Verde.

Professor da Faculdade de Agronomia da Universidade de Rio Verde.

Christiano Lima Lobo Andrade, Instituto Federal Goiano, IF Goiano Campus Rio Verde.

Doutorando em Ciências Agrárias, Instituto Federal Goiano, IF Goiano Campus Rio Verde.

Alessandro Guerra da Silva, Universidade de Rio Verde.

Professor da Faculdade de Agronomia da Universidade de Rio Verde.

Alberto Leão de Lemos Barroso, Universidade de Rio Verde.

Professor da Faculdade de Agronomia da Universidade de Rio Verde.

Publicado

12/11/2019

Edição

Seção

Fitossanidade - Crop Protection