Eficiência nutricional da soja RR na ausência do glifosato

Autores

  • Janine Mesquita Gonçalves
  • Eli Regina Barboza de Souza Universidade Federal de Goiás (UFG)
  • Eliana Paula Fernandes Universidade Federal de Goiás (UFG)
  • Wilson Mozena Leandro Universidade Federal de Goiás (UFG)
  • Cássio Jardim Tavares Instituto Federal Goiano - Câmpus Urutaí

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2014v42n2p157-163

Resumo

O acúmulo de nutrientes pode ser influenciado por vários fatores, entre eles os quais a aplicação de produtos químicos. Com o advento da transgenia, observa-se a crescente utilização do glifosato por diversos fatores, porém quando utilizado o herbicida pode provocar redução na fitomassa, acúmulo de nutrientes e produtividade. O presente estudo objetivou avaliar o desempenho de cultivares convencionais e transgênicas de soja, sem aplicação de glifosato, quanto à produção de massa seca, acúmulo de nutrientes e produtividade. Para tanto, foram plantadas cinco cultivares convencionais e seis transgênicas, com coleta da parte aérea aos 20; 40; 60; 80 e 100 dias após o plantio (DAP), para a determinação da fitomassa e o acúmulo dos nutrientes (N, P, K, Ca, Mg, S, Cu, Fe, Mn e Zn). Ao final do ciclo, coletaram-se os grãos e determinou-se a produtividade. O delineamento experimental foi o em parcelas subdivididas no tempo, com quatro repetições. Comparando-se as similares genéticas, observa-se que a produtividade nas cultivares transgênicas é maior que nas convencionais. Concluiu-se que a soja convencional e a transgênica apresentam a mesma eficiência nutricional quanto à produção de fitomassa, acúmulo de nutrientes e produtividade.

Biografia do Autor

Janine Mesquita Gonçalves

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Goiás (UFG), atualmente é mestre em Produção Vegetal pela UFG, pós-graduada em Gestão do Agronegócio com Ênfase em Gerenciamento de Riscos pela Universidade Federal de Lavras (UFLA). Como estagiária do Departamento de Solos e Nutrição de Plantas participou, como bolsista, dos projetos de iniciação científica: "Projeto Vinhaça" e "Projeto DRIS em tomate industrial (Licopersicum esculentum)". Atuou monitora da disciplina de Bioquímica no Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Goiás (UFG). Tem experiência profissional na área de compras da empresa Cargill Agrícola S/A, nas filiais de Sorriso e Sinop/MT, na Agrocria Comércio e Indústria Ltda, em Goiânia/GO e atualmente é funcionária pública atuando como responsável pelo Laboratório de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas do IF Goiano - Campus Urutaí.

Eli Regina Barboza de Souza, Universidade Federal de Goiás (UFG)

Professora do Departamento de Olericultura e Fruticultura da Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos - UFG.

Eliana Paula Fernandes, Universidade Federal de Goiás (UFG)

Professora do Departamento de Solos da Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos - UFG.

Wilson Mozena Leandro, Universidade Federal de Goiás (UFG)

Professor do Departamento de Solos da Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos - UFG.

Cássio Jardim Tavares, Instituto Federal Goiano - Câmpus Urutaí

Aluno de graduação em Agronomia.

Publicado

02/06/2014

Edição

Seção

Fitotecnia - Crop Production