Aplicação de índice de estresse para a tolerância ao frio no desenvolvimento inicial de cultivares de arroz

Autores

  • Hélen Claudine Saliba Rodrigues Universidade Federal de Pelotas,
  • Caroline Borges Bevilacqua Universidade Federal de Pelotas.
  • Carlos André Bahry Universidade Federal de Pelotas.
  • Daisy Letícia Ramirez Monzon Universidade Federal de Pelotas.
  • Taiane Peres Viana Universidade Federal de Pelotas
  • Paulo Dejalma Zimmer Universidade Federal de Pelotas.
  • Paulo Ricardo Reis Fagundes Embrapa Clima Temperado – CPACT

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2014v42n3p258-264

Resumo

O estresse por frio tem forte impacto no desenvolvimento, reprodução e distribuição de plantas no Brasil. As baixas temperaturas registradas no Rio Grande do Sul são um dos principais fatores que limitam o rendimento das plantas de origem tropical, como o arroz. Geralmente, estas plantas são sensíveis ao estresse por frio, o que torna a busca pela tolerância a esse fator uma necessidade na fase de desenvolvimento. Por isso, este estudo teve por objetivo verificar se os índices de tolerância ao frio, índices de suscetibilidade ao frio e média geométrica são eficientes para avaliar a tolerância ao frio das cultivares de arroz irrigado Brilhante, BRS Querência e SCSBRS Tio Taka, na fase de desenvolvimento inicial. O índice de tolerância ao estresse, índice de suscetibilidade ao estresse e média geométrica foram utilizados para avaliar o desempenho das cultivares em condições de baixa temperatura. Os índices de velocidade de desenvolvimento inicial e os índices dos estádios V1, V2 e V3 de cada genótipo, em ambiente com estresse, em BOD a temperatura alternada (13°C por 10 h e 18°C por 14h) e em ambiente sem estresse (casa de vegetação-25 °C) foram utilizados para calcular os índices de estresses. Os resultados mostraram que foi possível classificar o desempenho das cultivares baseado nesses índices de estresse em condições de baixa temperatura. Os índices de estresse avaliados são eficientes para estimar a tolerância das cultivares de arroz em condições de baixa temperatura, destacando-se a superioridade da cultivar  Brilhante nas fases iniciais de desen­volvimento (S0-V3) da cultura do arroz no Rio Grande do Sul.

Biografia do Autor

Hélen Claudine Saliba Rodrigues, Universidade Federal de Pelotas,

Bióloga, Mestre e Doutoranda doDepartamento de Fitotecnia-Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Sementes (UFPel).

Caroline Borges Bevilacqua, Universidade Federal de Pelotas.

Bióloga e Mestre em Agronomia (UFSM) e Doutoranda  em Ciência e Tecnologia de Sementes, Departamento de Fitotecnia (UFPel).

Carlos André Bahry, Universidade Federal de Pelotas.

Eng. Agr. MSc. Doutorando em Ciência e Tecnologia de Sementes, Departamento de Fitotecnia (UFPel).

Daisy Letícia Ramirez Monzon, Universidade Federal de Pelotas.

Engª. Agrª. MSc em Ciência e Tecnologia de Sementes Pe Doutoranda em Agronomia, Departamento de Fitotecnia (UFPel).

Taiane Peres Viana, Universidade Federal de Pelotas

Engª. Agrª. Mestranda  em Agronomia (Departamento de Melhoramento Genético Vegetal), UFPel.

Paulo Dejalma Zimmer, Universidade Federal de Pelotas.

Eng. Agr., Dr. Professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Sementes, Departamento de Fitotecnia (UFPel).

Paulo Ricardo Reis Fagundes, Embrapa Clima Temperado – CPACT

Eng. Agr., Dr. Pesquisador. Atua na área de Melhoramento em arroz irrigado.

Publicado

10/09/2014

Edição

Seção

Produção e Tecnologia de Sementes - Seed Science and Technology