Conservação de mangabas submetidas à aplicação de quitosana

Autores

  • Flávia Aparecida de Carvalho Mariano Nasser
  • Aparecida Conceição Boliani
  • Mauricio Dominguez Nasser
  • Maximiliano Kawahata Pagliarini
  • Veridiana Zocoler Mendonça

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2016v44n3p279-285

Resumo

Objetivou-se avaliar as aplicações de quitosana como película comestível na pós-colheita de mangabas. Foram utilizadas mangabas colhidas no estádio de vez. Após a lavagem, higienização e secagem ao ar, os frutos foram acondicionados em bandejas de poliestireno expandido com capacidade de 200 g e recobertos com filme PVC com 12 µm. Os frutos receberam os seguintes tratamentos: T1- sem quitosana (controle); T2- quitosana 0,25%; T3- quitosana 0,5%; T4- quitosana 1% e T5- quitosana 2%.  As bandejas foram arma­zenadas em temperatura controlada durante 15 dias. A cada três dias, foram realizadas as avaliações de perda de massa, dos teores de ácido ascórbico, de sólidos solúveis, de acidez titulável e de açúcar redutor, além do pH e da aparência visual. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial (concentração de quitosana x tempo de armazenamento). Os resultados foram submetidos ao teste F (p<0,05) e à regressão polinomial. Concentrações de 1% e 2% mostram-se efetivas na aparência visual das mangabas, permitindo armazená-las por 15 dias.  

Publicado

18/07/2016

Edição

Seção

Ciência e Tecnologia de Alimentos - Food Science and Tecnology