Modelagem da contração volumétrica do feijão-adzuki durante a secagem

Autores

  • Daniel Emanuel Cabral de Oliveira Instituto Federal Goiano - Câmpus Rio Verde
  • Osvaldo Resende Instituto Federal Goiano - Câmpus Rio Verde
  • Udenys Cabral Mendes Universidade Federal de Goiás
  • Thaís Adriana de Souza Smaniotto Instituto Federal Goiano - Câmpus Rio Verde
  • Juliana Rodrigues Donadon Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Goiano

DOI:

https://doi.org/10.15361/1984-5529.2014v42n1p23-31

Palavras-chave:

modelos matemáticos, teor de água, Bala e Woods modificado, identidade de modelos.

Resumo

O feijão é um alimento rico em proteína de enorme importância na alimentação humana, sendo a principal fonte de proteínas das populações de baixa renda. O feijão-adzuki (Vigna angularis) é originário da China e vem ganhando espaço no Brasil, sendo produzido principalmente em colônias japonesas. Objetivou-se com o presente trabalho ajustar diferentes modelos matemáticos aos valores experimentais da contração volumétrica unitária dos grãos de feijão-adzuki submetidos à secagem, em três condições de ar. Os grãos com teor de água inicial de 92,08% (% b.s.) foram submetidos à secagem em estufa com circulação de ar forçada, nas temperaturas de 40; 60 e 80 °C, até atingirem o teor de água de, aproximadamente, 14,80 (% b.s.). Aos dados experimentais, foram ajustados modelos matemáticos utilizados para a representação da contração volumétrica dos produtos agrícolas. Os modelos foram avaliados por meio do coeficiente de determinação, dos erros médio relativo e estimado, e do teste de qui-quadrado. Conclui-se que o teor de água e a temperatura de secagem influenciam na contração volumétrica unitária dos grãos de feijão-adzuki, sendo este fenômeno satisfatoriamente descrito pelo modelo de Bala & Woods modificado. A contração volumétrica unitária dos grãos pode ser representada por um único modelo, para as temperaturas de secagem de 60 e 80 °C.

Biografia do Autor

Daniel Emanuel Cabral de Oliveira, Instituto Federal Goiano - Câmpus Rio Verde

Mestre em Ciências Agrárias, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Goiano - Câmpus Rio Verde – GO, Brasil, Laboratório de Pós-colheita de Produtos Vegetais.

Osvaldo Resende, Instituto Federal Goiano - Câmpus Rio Verde

Dr, Engenheiro Agrícola, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Goiano - Câmpus Rio Verde – GO

Udenys Cabral Mendes, Universidade Federal de Goiás

Agrônomo, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Goiano - Câmpus Rio Verde – GO

Thaís Adriana de Souza Smaniotto, Instituto Federal Goiano - Câmpus Rio Verde

Mestranda em Ciências Agrárias, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Goiano - Câmpus Rio Verde – GO, Brasil, Laboratório de Pós-colheita de Produtos Vegetais.

Juliana Rodrigues Donadon, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Goiano

Drª em Agronomia, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Goiano - Câmpus Rio Verde

Publicado

10/04/2014

Edição

Seção

Engenharia Rural/Agrícola - Rural/Agricultural Engineering